Teu rastro de fêmea que seduz e aprisiona, me transporta para mundos inimagináveis.
Na loucura de conquistar teu coração, me transformo em sombra e rastro.
No desespero de atrair teu olhar, deixo aprisionar minha alma pelos teus caprichos de fêmea.
Não existo sem ti para me guiar em teus caminhos de pálido anseio.
Não respiro se não for o ar que de ti transporta o veneno que me entorpece e me liberta de vida tão vazia e insignificante.
Tua boca rubra que me sussurra enígmas das sombras.
Teus olhos sombrios e penetrantes que hipnotizam e seduzem.
Tua pele perfumada e mortífera que arranca de meus lábios desejos imorais.
Tua feminilidade voraz que dissimulas com gracejos infantis.
Tudo em ti é enígma, mistérios que anseio desvendar, revelar ao meu coração.

Sabe Sal, não me arrisco perguntar a fonte de tua inspiração, mas tenho que admitir que gosto do que escreve, uma forma sagaz, selvagem as vezes, obscura, negra, apaixonada, sombria... sedutoramente você. Você tem se revelado mais a cada dia e eu aprecio isso. Não mude nunca esse seu jeito, porque gosto de você assim mesmo, com seus defeitos, suas qualidades, sua paixão negra e urgente, sua amizade protetora, zeladora, mesmo que as vezes sufocante, mas sempre zelosa e carinhosa quando necessário.
ResponderExcluir