De ti, nada quero, nada espero.
Vislumbre de noite enluarada, que minh'alma assombra, perturba.
Gélida brisa saudosa.
Lábios trêmulos de medo, impossibilitados de teu nome chamar.
Noite longa a penar lembranças que sobrevivem.
Chamado à vida resgatar, os sons que as estrelas emitem.

Nenhum comentário:
Postar um comentário